não ficam quietas dentro de uma caixa.
São como pássaros em voo.
Vão para onde querem.
E podemos chamá-las que elas não vêm.
Só vêm quando querem.
Moram em nós, mas não nos pertencem.
O seu aparecimento é sempre uma surpresa.
É que nem suspeitávamos que estivessem vivas!"