sexta-feira, 1 de maio de 2026

/// nostalgias invisíveis no corpo


" Repara. Há um rio correndo entre as falanges dos dedos.
Navegá-lo-ás solitário, porque solitário são as navegações humanas, todas,
como inavegáveis são os rios , todos os rios da terra, anteriores ao mar. 
Onde tu vês a foz é a nascente que vês.
Que os rios, como tudo o que é  fluido e movente ,nascem ao contrário."
(Albano Martins)

Assim também são as metáforas incandescentes que os poetas deixam correr
para que o leitor os persiga.

simplesmentelis,outroblog
(lago de genebra, em Morges,cidade vizinha)

4 comentários:

  1. Um instigante poema a desafiar e uma fotografia imensa.
    Ainda que não estejamos sós, o fluxo da consciência é inacessível aos outros porque ninguém pode sentir ou percorrer a correnteza que passa por dentro de nós.
    Um abraço, Lis!

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  2. Bonito lao o Leman Lis ´,~`) e em nostalgias então, acredito ´,~`)
    Bom e belo fim de Semana pra vocês, beijinhos.

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  3. Lindo poema de Albano e que bela foto!
    Adorei! beijos, chica

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