" Repara. Há um rio correndo entre as falanges dos dedos.
Navegá-lo-ás solitário,
porque solitário são as navegações humanas, todas,
como inavegáveis são os rios , todos os rios da terra, anteriores ao mar.
Onde tu vês a foz é a nascente que vês.
Que os rios, como tudo o que é fluido e movente ,nascem ao contrário."
(Albano Martins)
Assim também são as metáforas incandescentes que os poetas deixam correr
para que o leitor os persiga.
simplesmentelis,outroblog
(lago de genebra, em Morges,cidade vizinha)
Um instigante poema a desafiar e uma fotografia imensa.
ResponderExcluirAinda que não estejamos sós, o fluxo da consciência é inacessível aos outros porque ninguém pode sentir ou percorrer a correnteza que passa por dentro de nós.
Um abraço, Lis!
Bonito lao o Leman Lis ´,~`) e em nostalgias então, acredito ´,~`)
ResponderExcluirBom e belo fim de Semana pra vocês, beijinhos.
Não conhecia, mas gostei.
ResponderExcluirIsabel Sá
Brilhos da Moda
Lindo poema de Albano e que bela foto!
ResponderExcluirAdorei! beijos, chica