A cidade acordou para um dia de fina neblina a onze graus. Faz frio.
Bom para ler e escrever. Leio com atenção apurada
os poemas e crônicas que recebo.
Há neles um talento sutil de tratar as palavras numa densa bruma, que
sempre me leva a divagação. E, já vai longe o tempo que nos une e nos
separa e que trocamos cartas, bilhetes ,livros e paisagens.
As vezes flores e cafés, tudo isso, ao bel prazer, sem antes
consultar ou ter certeza se gostou.
E assim seguimos confiantes, não há o perigo de ver nos olhos
algum desagrado. As minhas errâncias já são conhecidas e perdoadas.
Falta-nos um ajuste passional.
rs
Perdão amigos, mas hoje o dia está apropriado para crônicas
( na verdade ,só eles sabem),
mesmo assim rabisco, porque minha força interna
é maior que a casca.
O fato é que estou sempre em desigualdade .
Vou fazer um café _ quem me acompanha?
( dos meus rascunhos )
simplesmentelis,outroblog
(Genebra, Abril, 2026 )
Com o tempo que refere o café calha mesmo bem.
ResponderExcluirTire um para mim, também.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Hoje já não se escrevem cartas para termos o prazer de as receber pelo correio. Gostei do texto e da foto.
ResponderExcluirUm abraço.