terça-feira, 28 de abril de 2026

//// 'o infinito sou eu '


A cidade acordou para um dia de fina neblina a onze graus. Faz frio.
Bom para ler e escrever. Leio com atenção apurada
os poemas e crônicas que recebo.
 Há neles um talento sutil de tratar as palavras numa densa bruma, que
sempre me leva a divagação. E, já vai longe o tempo que nos une e nos
separa e que trocamos cartas, bilhetes ,livros e paisagens.
 As vezes flores e cafés, tudo isso, ao bel prazer, sem antes
 consultar ou ter certeza se gostou.
 E assim seguimos confiantes, não há o perigo de ver nos olhos
 algum desagrado. As minhas errâncias já são conhecidas e perdoadas.
Falta-nos um ajuste passional.
rs
Perdão amigos, mas hoje o dia está apropriado para crônicas
 ( na verdade ,só eles sabem),
 mesmo assim rabisco, porque minha força interna
 é maior que a casca.
O fato é que estou sempre em desigualdade .

Vou fazer um café _ quem me acompanha?

( dos meus rascunhos )

simplesmentelis,outroblog
(Genebra, Abril, 2026 )

2 comentários:

  1. Com o tempo que refere o café calha mesmo bem.
    Tire um para mim, também.
    Abraço de amizade.
    Juvenal Nunes

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  2. Hoje já não se escrevem cartas para termos o prazer de as receber pelo correio. Gostei do texto e da foto.
    Um abraço.

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