sexta-feira, 1 de maio de 2026

/// nostalgias invisíveis no mapa do corpo


" Repara. Há um rio correndo entre as falanges dos dedos.
Navegá-lo-ás solitário, porque solitário são as navegações humanas, todas,
como inavegáveis são os rios , todos os rios da terra, anteriores ao mar. 
Onde tu vês a foz é a nascente que vês.
Que os rios, como tudo o que é  fluido e movente ,nascem ao contrário."
(Albano Martins)

Assim também são as metáforas incandescentes  que o poeta deixa correr
para que o leitor o persiga.

simplesmentelis,outroblog
(lago de genebra, em Morges,cidade vizinha)