" Repara. Há um rio correndo entre as falanges dos dedos.
Navegá-lo-ás solitário,
porque solitário são as navegações humanas, todas,
como inavegáveis são os rios , todos os rios da terra, anteriores ao mar.
Onde tu vês a foz é a nascente que vês.
Que os rios, como tudo o que é fluido e movente ,nascem ao contrário."
(Albano Martins)
Assim também são as metáforas incandescentes que o poeta deixa correr
para que o leitor o persiga.
simplesmentelis,outroblog
(lago de genebra, em Morges,cidade vizinha)