Já reclamam a minha volta ao ninho,
o que exigirá que faça algo além do verbo habitar.
Dizem que as cidades são como as mulheres,
as vezes ciumentas.
Sendo assim, espero que a intensidade se encolha,
o estoque de fotografias não se desfaça ,
continue contemplando as nuances que embaralham os dias
deixando livre a exuberância da alma poética,
com cuidado para não voar muito alto.
Ainda em conexão rápida no Rio de Janeiro,
para levar também para casa a minha felina
(a Pitty) , que anda tristonha sem a sua dona.
As palavras também ficarão em trânsito resvalando
entre um ou outro vento, em descuidados equinócios .
Estarei chegando lá no friozinho básico do inverno brasileiro
que é sempre bem suave, quase imperceptível.
Me esperem , enquanto desfaço as malas e tão logo
meu relógio biológico se adaptar, voltarei
ao convívio dos amigos.
Com abraços e muito afeto.
simplesmentelis,outroblog.
(da minha varanda, em Vitória,es)

Sempre é triste a hora de voltar e recomeçar... beijos, bom retorno ao estilo de vida daqui! chica
ResponderExcluirVoltar para casa é sempre bom.
ResponderExcluirAinda que as saudades apertem pelo que se deixou para trás...
Bom regresso e bom inverno. E uma boa semana.
Um abraço.
Olha quanta poesia você carrega na bagagem! Espero que a alfândega tenha sido tranquila. Em breve você estará no seu 'ninho', onde o seu olhar sempre transforma o cotidiano em arte. Não se preocupe com o tempo: pouse devagar, ancore-se na rotina e dê todo o colo que a Pitty precisa para espantar a tristeza.
ResponderExcluirÉ muito bom saber que você está de volta!
Um abraço,
Sente-se essa tua alegria em regressar ao ninho Lis.
ResponderExcluirQue esse retorno seja parte do poema que escreves todos os dias...
Beijo.
LIs, tem gente que vive na ponte aérea Rio - São Paulo, já você, parece estar sempre na ponte aérea Brasil-Suiça!!
ResponderExcluirSeja bem-vinda de volta. Quando volta, semana que vem?
Essa semana, Edu
Excluirnão costumo falar o dia para o Universo não ficar carregado ... rs