" Repara. Há um rio correndo entre as falanges dos dedos.
Navegá-lo-ás solitário,
porque solitário são as navegações humanas, todas,
como inavegáveis são os rios , todos os rios da terra, anteriores ao mar.
Onde tu vês a foz é a nascente que vês.
Que os rios, como tudo o que é fluido e movente ,nascem ao contrário."
(Albano Martins)
Assim também são as metáforas incandescentes que os poetas deixam correr
para que o leitor os persiga.
simplesmentelis,outroblog
(lago de genebra, em Morges,cidade vizinha)
Um instigante poema a desafiar e uma fotografia imensa.
ResponderExcluirAinda que não estejamos sós, o fluxo da consciência é inacessível aos outros porque ninguém pode sentir ou percorrer a correnteza que passa por dentro de nós.
Um abraço, Lis!
Bonito lao o Leman Lis ´,~`) e em nostalgias então, acredito ´,~`)
ResponderExcluirBom e belo fim de Semana pra vocês, beijinhos.
Não conhecia, mas gostei.
ResponderExcluirIsabel Sá
Brilhos da Moda
Lindo poema de Albano e que bela foto!
ResponderExcluirAdorei! beijos, chica
Gosto deste lago, onde um barco pequenino navega em águas calmas e onde as montanhas se agigantam.
ResponderExcluirGostei do poema.
Ps. Também tenho saudades do meu "Existe um Olhar"
Receba meu abraço
Há sempre em nós uma nascente com desejo de ser mar!
ResponderExcluirUm beijo Lis.
Foto belíssima!!!
ResponderExcluirQuanto a rios inavegaveis, falanges, coisas fluidas ao contrário, deixarei minha mente navegar, pois há rios navegaveis que sempre vão dar no mar.
Bela foto e bela escolha! 👏👏👏😘
ResponderExcluirOlá, Lis
ResponderExcluirLinda foto. Na caminhada da vida, Deus sempre nos acompanha. Um forte abraço.
São muito solitárias as navegações humanas. Que bela fotografia.
ResponderExcluirUm beijo.
Correm turvas as águas deste rio,
ResponderExcluirQue as do céu e as do monte as enturbaram;
Os campos florescidos se secaram,
Intratável se fez o vale, e frio.
Passou o Verão, passou o ardente Estio,
Úas cousas por outras se trocaram;
Os fementidos Fados já deixaram
Do mundo o regimento, ou desvario.
Tem o tempo sua ordem já sabida;
O mundo, não; mas anda tão confuso,
Que parece que dele Deus se esquece.
Casos, opiniões, natura e uso
Fazem que nos pareça desta vida
Que não há nela mais que o que parece.
Luís Vaz de Camões
Um poema de grande qualidade literária. A foto é deslumbrante.
ResponderExcluirUm abraço.
Olá, querida amiga, que belo poema e a foto fantástica!
ResponderExcluirUm beijinho, meu carinho e um abraço pelo teu Dia das Mães!
🌹❤️🌹❤️🌹
Bela Semana pra vocês Lis, beijinhos ´,~`)
ResponderExcluirMuito belas as palavras e a fotografia de um lago abraçado pela montanha salpicada de neve.
ResponderExcluirAmiga Lis, Boa noite de paz!
ResponderExcluirSuas escolhas são lindas e metafóricas...
Tenha uma nova semana abençoada!
Beijinhos fraternos
Uma foto lindíssima Lis.
ResponderExcluirEscolha de um poema fantástico.
Bjs e feliz semana.
Hola, Lis.
ResponderExcluirBonita fotografía. La vida fluye en nosotros también.
Un beso, amiga.
E "Assim também são as metáforas incandescentes que os poetas deixam correr
ResponderExcluirpara que o leitor os persiga.": Nas palavras e nas fotos ;)
Beijinho e tudo de bom, sempre!
Que foto maravilhosa!... Realmente magnífica!...
ResponderExcluirAlbano Martins em perspectiva de poeta...
Muito belo, Lis. Obrigada pelos bon momentos.
Beijinhos
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